17 novembro, 2016

Miranda, Innocencio Antonio de - O Cidadão Lusitano

Breve Compendio em que se demostrão os Fructos da Constituição, e os deveres do Cidadão Constitucional, para com Deos, para com o Rei, para com a Patria, e para com todos os seus concidadãos. Dialogo entre hum liberal, e hum servil - O Abbade Roberto - e D. Julio, por Innocencio Antonio de Miranda, Abbade de Medrões. Segunda impressão mais correcta, e accrescentada. Lisboa, na Typographia de M. P. de Lacerda, 1822. In-8.º de 143-I-23-I págs. [Inocêncio X, 65 e III, 219. “Nasceu em Paço de Outeiro, proximo de Bragança, pelo anno 1761. Foi professor regio de grammatica latina na villa de Algos, e ordenando-se presbytero deixou a cadeira, e passou a parochiar em varias igrejas. Obteve por concurso a Igreja de Grijó de Val Bemfeito, onde foi reitor seis annos. Oppoz-se depois á de Quirás; porém, suscitando-se questões no provimento veiu para Lisboa, e foi mestre do Marquez de Fronteira e de seu irmão D. Carlos de Mascarenhas. Pela Casa de Murça foi apresentado Abbade de Medrões. Foi na idade de setenta e cinco annos na dita Freguezia de Grijó, em 29 de Maio de 1836, O Cidadão Lusitano soffreu desde logo violentissimos ataques e asperas censuras, da parte de muitos que tractaram de confutar certas proposições do auctor, como contrarias á disciplina da Egreja, e pouco conformes á doutrina orthodoxa e á piedade christã. Entre estes sobresahiu o P. José Agostinho, que escreveu uma serie de artigos mui virulentos, taes quaes elle os costumava fabricar, publicados em varios numeros da gazeta universal.”]. Encadernação inteira de carneira com gravações a ouro na lombada. Bom exemplar.
€ 80,00

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